Tenho a estranha mania de sonhar. Não por que penso em fugir da realidade, mas como o alicerce que sustenta minhas realizações. Sem isso não seria capaz de trilhar nenhum dos caminhos que a vida sugere a todo momento.
Se eu realizo ou fracasso, não são substantivos surgidos do acaso. Nascidos dos sonhos, eles são planos engendrados para que o encontro da felicidade dentro de mim mesmo se torne acessível e eu me torne capaz de alçá-los, fazendo-a condutora da minha vida.
Neste ínterim, os sonhos têm o poder de serem adivinhos do futuro, capazes de construir toda uma vida baseada em cada linha de palavras as quais lapidamos na eternidade de nossas vidas e que sem isso não seríamos o que somos agora. Isso que dizer sim que todos os sonhos são belos, e se se transformam em ruins ou feios é de total responsabilidade de seu executor, neste caso eu mesmo.
Hoje sou um pedaço de mim que ontem se fez, mas com a leveza do amanhã que brilhará. E aos meus sonhos os créditos de que eles são as ferramentas transformadoras do que sou agora.

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