Nem sei de que medida é o tempo
Muito menos esses devaneios
Se sonhos, caminhos retos
Risos, regras da vida
E nas veias correm fogo
Aplacados ardentes desejos
Atrás se vive correndo
E eu?, apenas aprendiz
É um queria, é um querer
Somenos sentir n’alma
Gosto de água, perfume de flor,
Amor, fechado coração.
Outro, vai, noutro, vem
Há lágrima escondida
À frente, olhe sem cessar
Nada para, é etéreo.
Nego Sartre
Adoro seus textos, Nêgo. continue assim, presenteando-nos com suas belas palavras.
ResponderExcluirBjs.
Lu Muniz
O coração não se fecha mais...
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