Corroboro com a definição de Antony Robbins.
A idéia de um herói perfeito, sem máculas faz parte apenas das histórias romanescas e dos contos de fadas. Na realidade da existência humana não foi, não é e nunca será desta forma.
Se perscrutarmos a história de nossos antigos heróis veremos que não há perfeição em suas vidas e nem por isso os tornaram heróis menores.
Mesmo Jesus Cristo, em uma de suas passagens, agiu impulsivamente ao tentar expulsar pessoas de um templo por estarem profanando a casa do senhor.
Isso demonstra a imperfeição do ser humano. Jesus como ser divino viveu, em parte, uma experiência humana, e como tal, na sua caminhada, teve o aprendizado das imperfeições humanas.
Tentamos imputar aos nossos novos heróis os melhores adjetivos que podemos dispor e fazemos deles os mais inteligentes e fortes seres dentre os demais. Heróis não são feitos de adjetivos, mas, como disse Robbins, das pequenas ações sistemáticas e que não é alguém que seja perfeito, porque nenhum de nós é perfeito, o que não invalida o que fazemos ao longo de nossas vidas.
Existe uma infinidade de heróis anônimos neste momento, agindo de forma silenciosa e corajosa no trabalho diário de melhorar cada vez mais a vida neste Planeta.
Nego Sartre
*crédito imagem: polvoraseco.blogspot.com

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